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Terça, 16 de agosto de 2022
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Brasil

Dólar sobe para R$ 5,18 e fecha no maior valor em quatro meses

Ibovespa, índice da B3, fechou com leve alta (0,03). Venda de ações da Petrobras foi suspensa duas vezes, após saída do presidente da estatal, mas papéis recuperaram-se.

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Em um dia de turbulências domésticas e externas, o dólar aproximou-se de R$ 5,20 e fechou na maior cotação em quatro meses. A bolsa de valores chegou a cair 1,42% durante a manhã, mas recuperou-se ao longo do dia e encerrou com estabilidade.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (20) vendido a R$ 5,186, com alta de R$ 0,42 (+0,81%). Este é o valor mais alto desde 14 de fevereiro, quando a divisa tinha encerrado em R$ 5,21. A moeda chegou a operar estável na maior parte do dia, mas o pessimismo no mercado internacional nas horas finais de negociação empurrou a cotação para cima.

Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 9,11% somente em junho. Em 2022, a divisa registra queda de 6,99%.

O dia também foi tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 99.853 pontos, com alta de apenas 0,03%. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa brasileira, tiveram a comercialização suspensa duas vezes, após a renúncia do presidente da estatal. Os papéis, no entanto, recuperaram-se durante o dia.

As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da Petrobras fecharam o dia com alta de 0,87%. Os papéis preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) tiveram ganhos de 1,14%. Durante a manhã, as ações da petroleira chegaram a cair 3%, logo após o anúncio da troca de comando da estatal.

Além das turbulências na Petrobras, o mercado externo também enfrentou um dia de oscilações. O dólar subiu diante das moedas de países emergentes, ainda refletindo o aumento de 0,75 ponto percentual dos juros básicos nos Estados Unidos, decidido na última quarta-feira (15) pelo Federal Reserve (Banco Central norte-americano). Taxas mais altas em economias avançadas provocam fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

*Com informações da Reuters

Fonte/Créditos: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*

Créditos (Imagem de capa): © Marcello Casal JrAgência Brasil

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