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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026

Icó

Secretário de Saúde de Icó recomenda que população não acendam fogueiras

Mesmo quem está com um quadro leve ou recuperado da Covid-19 pode ficar vulnerável a uma complicação por conta da fumaça

Gustavo
Por Gustavo
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Secretário de Saúde de Icó recomenda que população não acendam fogueiras
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O secretário de Saúde do municipio de Icó, na região Centro-Sul cearense, Dr. Marcos Barreto, recomendou nas suas redes sociais para que a população icoense não acenda fogueiras em espaços públicos ou privados no período junino. 

"A recuperação dos pacientes de Covid é muita lenta e a fumaça de fogueiras podem acentuar os sintomas respiratórios", ressaltou.

A preocupação do secretário é fundamentada pelo possível agravamento do quadro dos pacientes confirmados, suspeitos ou em recuperação da covid-19, por causa da fumaça, já que trata-se de uma doença respiratória.

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“A fumaça de fogueira e o cheiro da combustão dos fogos de artifício causam irritação nas vias aéreas, podendo desencadear mecanismos biológicos que facilitam a entrada da Covid-19 no organismo ou agravar o quadro de pacientes que já estejam infectados”, explica a médica clínica da S.O.S. Vida Patrícia Bagano.

 

Por que evitar a fumaça?

Mesmo quem está com um quadro leve ou recuperado da Covid-19 pode ficar vulnerável a uma complicação por conta da fumaça, já que o novo Coronavírus atinge o sistema respiratório, deixando-o mais sensível.

Além dos pacientes com Covid-19, quem é alérgico ou tem um histórico de doenças respiratórias também deve evitar as tradições juninas, já que a fumaça é um importante fator de risco.

“Não é determinante, mas a fumaça pode desencadear falta de ar, broncoespasmo e causar uma inflamação, facilitando os quadros de alergia, como rinite e asma”, explica o infectologista da S.O.S. Vida Matheus Todt.

Ele ressalta que nesse período de pandemia é aconselhável evitar qualquer fator que possa iniciar uma crise para não deixar a pessoa mais suscetível a doenças virais.

“Pegar outra doença pode deixar a via aérea inflamada, o que reduziria a imunidade do paciente, deixando-o mais vulnerável a outra enfermidade respiratória, como o novo Coronavírus”, acrescente o infectologista.

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