Portal Icó News - Credibilidade é Tudo!

Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

Ceará

Pela 4ª semana seguida gasolina no Ceará é a mais cara do Brasil

Preços praticados em postos no mercado cearense ainda estão muito acima da média nacional, diz levantamento da ANP

Redação Icó News
Por Redação Icó News
/ 277 acessos
Pela 4ª semana seguida gasolina no Ceará é a mais cara do Brasil
Google imagens
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Pela quarta semana consecutiva, os consumidores e empresas cearenses abastecem com a gasolina mais cara do Brasil. Conforme a mais recente pesquisa da ANP (Agência Nacional do Petróleo), cujos dados foram coletados de 15 a 21 de janeiro, o litro médio nos postos do Ceará custa R$ 5,52.

O valor está quatro centavos abaixo do registrado na semana anterior, uma queda irrisória e insuficiente para tirar o mercado cearense do topo do indigesto ranking.

Na mínima, a cotação no Estado é de R$ 4,79 e, na máxima, atinge R$ 5,79, uma diferença de R$ 1. Foram pesquisados preços em 115 postos cearenses na Capital e no interior.

Leia Também:

A média nacional, conforme a sondagem, é de R$ 4,98 para o litro da gasolina. Portanto, os cearenses estão pagando 54 centavos a mais. Na maioria dos estados, os revendedores estão operando com cotações abaixo de R$ 5, o que evidencia a disparidade dos valores observados no Ceará.

OS 10 ESTADOS COM GASOLINA MAIS CARA EM 2023

  1. Ceará: R$ 5,52
  2. Bahia: R$ 5,45
  3. Roraima: R$ 5,45
  4. Acre: R$ 5,26
  5. Rio Grande do Norte: R$ 5,17
  6. Tocantins: R$ 5,17
  7. Santa Catarina: R$ 5,15
  8. Rondônia: R$ 5,11
  9. Piauí: R$ 5,07
  10. Espírito Santo: R$ 5,05

E o que explica tal desproporção? Não há resposta conclusiva. Especialistas apontam alguns fatores, como o fato de postos cearenses estarem adquirindo mais combustível de distribuidoras que não a Petrobras. Essas empresas vêm repassando reajustes, ao contrário da estatal.

Analistas avaliam que os preços da Petrobras para as refinarias estão defasados em torno de 14% em relação ao mercado internacional.

FONTE/CRÉDITOS: DN